Empreendedor, coloque isto em sua cabeça: TUDO É PARA ONTEM!

Cada vez mais me convenço que uma característica fundamental de um empreendedor é o senso de urgência. Sem esta percepção da urgência, corre-se o risco de cair na inércia, de ser batido pela concorrência, de sofrer com a paralisia da análise.

O que é senso de urgência? Bom, vamos começar pelo que NÃO é:

◦Não é partir para o desespero.

◦Não é pular etapas do planejamento.

◦Não é ficar estressado com qualquer problema que mude seus planos.

 ◦Não é achar que o sucesso virá do nada, de um dia para outro.

 ◦Não é deixar de pensar cuidadosamente em cada decisão a ser tomada.

Então, do que se trata exatamente o senso de urgência?

◦Trata-se de colocar idéias em prática, mesmo que ainda não estejam detalhadas ao extremo.

 ◦Trata-see correr riscos calculados.

◦Trata-se de reconhecer a necessidade de alguns sacrifícios pessoais para desenvolver seu negócio.

◦Trata-se de compreender que um erro é apenas uma etapa mais do aprendizado que deve ser corrigida imediatamente.

◦Trata-se de não deixar que o desânimo ocupe um de seus maiores ativos: o tempo.

Se você não acredita que ainda não desenvolveu seu senso de urgência, fique tranquilo. Isto é mais fácil do que parece. Trata-se apenas de responder a uma única pergunta, e tomar uma única ação:

◦A PERGUNTA: O que posso fazer neste exato instante que me leva um pouco mais perto de meus objetivos de negócios?

◦A AÇÃO: A que responde à pergunta acima, desde que seja imediata. Em cada momento em que você se sentir um pouco perdido, sem ritmo ou desanimado, se faça esta pergunta e tome instantaneamente a ação correspondente. A ação pode ser mínima, mas deve ser concreta. Pode ser pegar um papel e desenhar um rascunho do organograma de sua empresa. Pode ser pesquisar um concorrente na internet. Pode ser um telefonema para um contato profissional ou um potencial cliente. Desenvolva seu senso de urgência, e você notará como o sucesso acontecerá com maior velocidade, e como você se sentirá melhor em relação a seu desempenho como empreendedor.

Por: Luiz Paiva

Reflexões

Quanto vale uma decisão acertada de um executivo da sua Empresa?
Qual o valor de um colaborador com cidadania organizacional? Quanto vale uma vantagem competitiva baseada no comprometimento dos colaboradores e executivos?
Quanto vale o aumento de produtividade da sua Empresa pela redução do absenteísmo, turnover e aumento da satisfação no trabalho dos seus executivos e colaboradores?

O que é o SwáSthya Yôga nas Empresas?

Um conjunto de técnicas psico-orgânicas realizadas coletivamente por grupos de até trinta executivos e colaboradores, no ambiente laboral, totalmente alinhado com as necessidades da Empresa interessada.

Quem ministra o SwáSthya Yôga nas Empresas?

Profissionais formados pela Universidade de Yôga, com especialização em SwáSthya Yôga nas Empresas, e cursos de avaliação e reciclagem anuais.

Qual é a nossa missão?

Atender às organizações, promovendo serviços baseados em técnicas do Swásthya Yôga nas Empresas, que ampliarão a qualidade de vida, de seus executivos e colaboradores, prevenindo as doenças ocupacionais, criando neles maior cidadania organizacional e produtividade.

Onde atua o SwáSthya Yôga nas Empresas em sua Organização?

Nossa visão das organizações:- Responsabilidade Social- Resultados- Clientes- Processos- Capital humano- Atuamos em nível do Capital Humano

Como trabalhamos?

Monitoramento mensal- Tabulação de resultados*- Adequação às necessidades da Empresa- Opcional, com acréscimo no investimento da Empresa.

Qual o diferencial do SwáSthya Yôga nas Empresas?

Vinte anos no mercado- Variação de técnicas oferecidas- Programa de aulas diferenciadas- Profissionais formados e revalidados anualmente- Aulas motivadoras- Supervisão direta do criador do método Swásthya Yôga nas Empresas- Portfólio de palestras motivacionais- O programa SwáSthya Yôga nas Empresas, oferece uma programação diversificada e estimulante, com aulas ajustadas e focadas nas necessidades de cada grupo de praticantes- As aulas de SwáSthya Yôga nas Empresas, trabalham o ser humano de forma integral, desenvolvendo, além da parte corporal, o emocional, mental e institucional.

Quais as técnicas oferecidas pelo SwáSthya Yôga nas Empresas?

As técnicas relacionadas abaixo, são previamente combinadas, num programa de aulas que objetiva atender a todas as necessidades dos participantes- Técnicas orgânicas de alongamento e flexibilidade para braços / mãos / pernas coluna e costas / pescoço e face- Exercícios de reeducação e aumento da capacidade respiratória- Treinamento de relaxamento conduzido- Adestramento da concentração e mentalização- Exercícios para redução do estresse da visão- Técnicas orgânicas de alongamento e flexibilidade em dupla- Treinamento de relaxamento muscular em duplas;Resultados imediatos para a sua empresa- Maior produtividade- Redução de até R$ 350,00 por colaborador/ ano nos custos com assistência médica, medicamentos, exames e hospitalização- Ambiente de trabalho menos estressante- Menor índice de rotatividade de pessoal- Melhoria da imagem da sua empresa frente aos seus colaboradores- Sensível melhoria na integração entre pessoas do mesmo setor- Diminuição dos dias de trabalho perdido- Relação custo X benefício: para cada R$ 100,00 investidos, retorno de R$ 136,00, com expectativas de crescimento médio de 30% para cada ano subseqüente.

Resultados para seus executivos e colaboradores

Menor incidência de doenças oportunistas- Maior autocontrole dos níveis de stress- Maior motivação, criatividade e produtividade- Maior prazer em executar suas tarefas- Aumento da flexibilidade articular e elasticidade muscular- Aumento da capacidade respiratória e reeducação respiratória- Melhoria da qualidade do sono- Aumento da auto-estima- Melhoria de qualidade da vida biológica- Aumento da sua expectativa de vida.

Qual é a proposta do Swásthya Yôga nas Empresas?

Avaliação das necessidades da Empresa- Montagem de programa de aulas compatível com as necessidades- Realização de palestra de sensibilização- Planejamento do melhor horário- Início das atividades- Avaliação mensal- Aulas semanais, 2 a 5 vezes por semana, no local de trabalho, com duração variando entre 10 e 20 minutos- 30 pessoas por turma- Horários a combinar

Estudo de casos reais

Caso 1 – Petrobrás RJProjeto saúde: introduziu o SwáSthya Yôga Laboral diariamente, pela manhã, no hall de entrada da empresa; Medição e acompanhamento do nível de stress dos participantes. Resultado: Redução dos níveis de stress em 40% após o primeiro mês de práticas.
Caso 2 – Estudos do Dr. Cooper Consultor renomado nessa área e autor de best sellers.A cada 1 dólar gasto com programas voltados ao bem estar do profissional, o retorno é nada menos que 2 a 3 dólares; 43% dos profissionais não sedentários têm melhor desempenho no trabalho. Pessoas sedentárias produzem menos, adoecem e faltam mais, dando prejuízo à empresa.
Caso 3 – Estudos científicos do Dr. Ornish Médico da Casa Branca. Em 1998, 194 pacientes com quadro de arteriosclerose e diagnóstico para cirurgia cardíaca foram submetidos às seguintes mudanças de estilo de vida:Prática diária de Yôga, tanto exercícios corporais quanto a meditação; Utilização da alimentação recomendada pelo Yôga: vegetarianismo. Resultado: 80% dos pacientes tiveram regressões do quadro e evitaram cirurgia.

Alguns clientes do Swásthya Yôga nas Empresas:

BESCPRODASC
Sul América
General Motors
Banco Europeu
Ford
Telefônica
Jonhson & Jonhson
INSS
Brognolli Empreendimentos Imobiliários
Receita Federal
Agriness

Texto de Jóris Marengo

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A próxima semana promete ser intensa para os empreendedores que gostam de entender melhor a arte da gestão. O CJE-FIESP organiza no dia 16 de novembro o V Congresso Paulista de Jovens Empreendores. A presença de Romero Rodrigues do Buscapé e Marcelo Taz do CQC já está confirmada. No mesmo dia, o Instituto Endeavor inica a Semana Global do Empreendedor que também contará com inúmeras atividades para ampliar o aprendizado dos jovens empresários.

Acredito que o empreendedorismos seja a maneira mais eficaz de nos aprimorarmos como seres humanos e ao mesmo tempo de influenciarmos positivamente a sociendade. Quando alguém inicia uma empresa, terá que se defrontar com seus maiores defeitos, mas também será impulsionado por suas qualidades. Tudo o que de bom ou ruim o novato empresário possui, aparecerá claramente em seu negócio. A medida que ele for se aprimorando como pessoa e por consequência fazendo sua instituição, conseguirá deixar mais marcado no mundo as idéias nas quais acredita. Por isto, apoio tanto estas inicativas.

Para saber mais acesse.

www.cjefiesp.com.br
www.semanaglobal.org.br

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Imagens via satélite do Brasil após apagão

Imagens via satélite do Brasil após apagão (uma brincadeirinha feita por internautas)

O secretário-executivo do Ministério de Minas e Energia, Marcio Zimmermann, informou nesta quarta-feira que o apagão que atingiu 18 estados foi provocado pelo desligamento de três linhas de transmissão de energia. Duas das linhas ligam Ivaiporã, na região central do Paraná, a Itaberá, na região sul de São Paulo. A outra liga Itaberá a Tijuco Preto (São Paulo). Segundo Zimmermann, no momento do desligamento havia condições meteorológicas adversas, o que não foi confirmado por institutos de meteorologia.

O secretário informou que as linhas não chegaram a cair, foram desligadas. Mas ele descartou a possibilidade de que um ataque de hackers tenha desligado as linhas.

Há três dias, o programa de TV americano “60 Minutes” – um dos mais conceituados do jornalimso americano – informou que, segundo fontes militares ouvidas pelo programa (não identificadas), os apagões de 2005 no Estado do Rio e de 2007 no Espírto Santo teriam sido causados por hackers. O programa citou o exemplo do Brasil para mostrar os riscos do sistema elétrico dos EUA, que também poderia ser alvo de hackers. O programa apresentou um discurso do presidente americano Barack Obama dizendo que os ciberataques à rede elétrica dos EUA já são uma realidade.

- Não existe isso de sabotagem – afirmou nesta quarta-feira o secretário-executivo do Ministério de Minas e Energia, Marcio Zimmermann,

Segundo ele, o apagão que afetou 18 estados teve uma causa inédita – o desligamento de três linhas de transmissão – e não poderia ter sido evitado. Segundo ele, nenhum sistema do mundo está preparado para uma contingência tripla como ocorreu entre o fim da noite de terça-feira e a madrugada de quarta-feira

- O sistema é projetado para aguentar contingência dupla. Tecnicamente os sistemas confiáveis são contigência dupla Aqui aconteceu uma contingência tripla. Não se usa mais do que um sistema para contingência dupla porque é inviável economicamente. Nenhum país do mundo usa contingência tripla – explicou ele por telefone à agência Reuters.

- Os indícios apontam para problemas climáticos, mas só as análises é que vão dizer. Isso vai ser discutido no Conselho de Monitoramento do Setor Elétrico, no centro operacional do sistema, com todos os envolvidos para fazer uma avaliação – disse Zimmermann.

Segundo o secretário, “o Brasil tem um dos sistemas mais seguros do mundo, com os melhores índices de confiabilidade e isso é reconhecido internacionalmente”.

No início da manhã, a Itaipu Binacional divulgou uma nota em que afirma que não teve origem na usina o apagão de energia elétrica que aconteceu em pelo menos dez estados na noite de terça e nesta madrugada. Segundo a empresa, a causa do apagão foi uma pane no sistema elétrico interligado brasileiro.

Clique aqui e confira o infográfico do apagão.

“Às 22h13m do dia 11 de novembro de 2009 uma pane no sistema elétrico interligado brasileiro provocou um blecaute em vários estados da região Sudeste e Centro-Oeste. Por efeito dominó, inclusive o sistema paraguaio teve o fornecimento de energia interrompido. A hipótese mais provável é que tenha havido algum acidente que afetou um ou mais pontos do sistema de transmissão, inclusive o de Furnas, responsável por levar a energia de Itaipu para o Sul e Sudeste, acidente este que provocou outros, fenômeno que se costuma chamar de efeito dominó”, diz a nota.

“Imediatamente após o blecaute, a usina de Itaipu estava com suas máquinas ligadas, girando no vazio, porém, sem possibilidade de transmitir energia, pois as linhas de transmissão que conectam Itaipu ao sistema brasileiro estavam desligadas”, finaliza a nota.

O apagão durou mais na região Sudeste; em outros estados blecaute demorou menos de uma hora.

 Até o google brincou com o apagão e promoveu o seu próprio na Alemanha

Rio de Janeiro foi o estado mais atingido

O Rio de Janeiro foi o estado mais atingido. Houve interrupção de energia elétrica ainda em São Paulo, Minas Gerais, Espírito Santo, Paraná, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Foram atingidos também, parcialmente, os estados de Goiás, Pernambuco e Rio Grande do Sul, além do Distrito Federal e até o Paraguai.


A Cedae pediu que a população economize água nas próximas 72 horas, período em que o fornecimento será normalizado. O apagão atingiu todas as estações de abastecimento de água do estado do Rio de Janeiro.

Itaipu cai totalmente pela 1ª vez

O diretor-geral da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), Nelson Hubner, estava à noite acompanhando em tempo real todas as informações do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), em Brasília sobre o apagão e informou.

- Itaipu desligou toda, tanto do lado brasileiro quanto do paraguaio. A preocupação agora do ONS é religar as linhas, mas o que sabemos é que ainda chove muito forte na região – disse Nelson Hubner.

Segundo informações da assessoria de imprensa de Itaipu, “a hidrelétrica estava com todas as chaves de 50hz e 60hz desligadas”.

O presidente de Itaipu, Jorge Samek, em entrevista à Globonews, informou que foi a primeira vez que a usina de Itaipu foi totalmente desligada.

 

Fonte: http://oglobo.globo.com/economia/mat/2009/11/11/apagao-foi-provocado-por-desligamento-de-tres-linhas-de-transmissao-de-energia-diz-governo-914699092.asp

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Evangelista social é o termo utilizado para designar o profissional que estuda e acompanha as mudanças e tendências do usuário da internet. Contando com uma boa visão de mercado ele cuida da imagem da corporação e faz um trabalho de aproximação com a empresa e os usuários. Seja ouvindo e atendendo o público, seja inteirando a corporação das novas mídias e seu uso.

Basicamente o evangelista social mapeia os melhores rumos a tomar pela empresa diante das mídias sociais, cuidando da sua imagem e estabelecendo um diálogo, visando sempre a produtividade.

fonte: http://blogmkt.wordpress.com/page/2/

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Em meio aos diversos significados que a palavra “design” adquiriu com o passar dos anos, o mais utilizado do ponto de vista do marketing está relacionado à ideia de sofisticação e exclusividade. Foi com esse sentido que os setores da moda, de artigos de luxo, automóveis e eletrônicos se apropriaram do termo para aumentar o prestígio – e o preço – de seus produtos. Mas o conceito original de design é muito mais amplo: envolve todo o processo de concepção e fabricação de um produto, seja ele um apontador de lápis ou um tanque de guerra. É justamente dentro dessa abordagem mais ampla que o design experimenta um renascimento entre as empresas globais de produtos de consumo.

Proprietárias de um portfólio gigantesco de marcas e espalhadas por dezenas de países, grandes corporações têm utilizado as possibilidades oferecidas pelo design para reforçar suas marcas e aumentar suas vantagens competitivas em relação aos concorrentes. E, para conduzir esse processo, têm destacado designers para assumir postos em seu primeiro escalão – como vice-presidente ou mesmo como chief design officer, cargo que se equipara ao de executivo-chefe das áreas de marketing, operações ou finanças. Com essa posição, eles têm poderes para intervir em praticamente todas as áreas da companhia, das fábricas à cadeia de suprimentos e distribuição.

O exemplo mais notório dessa nova tendência é a Coca-Cola, companhia símbolo do consumo global e dona da marca mais valiosa do mundo, avaliada em 67 bilhões de dólares. Com operações dispersas por mais de 200 países, a direção da Coca-Cola percebeu que a força da marca-mãe – justamente seu maior ativo – acabava dispersa em meio a um imenso catálogo de produtos e marcas. Em 2004, a Coca-Cola contratou o designer americano David Butler para pôr ordem em um universo formado por 450 marcas de bebidas, produzidas em 900 fábricas, distribuídas em 20 milhões de pontos-de-venda, transportadas em 500 000 caminhões e acondicionadas em 10 milhões de geladeiras e máquinas de venda automática. Desde que assumiu o posto, Butler já realizou uma série de reformas que envolvem redesenho de embalagens, mudanças nas geladeiras usadas pela empresa – que consomem 40% menos energia do que as antigas – e uma nova configuração dos caminhões. Atualmente, está em teste no mercado chinês uma das últimas criações de sua equipe. Trata-se de uma máquina de venda automática com tela sensível ao toque que exibe filmes e toca música.

Método DeROSE - Marketing Tendencias

Entre todos os lançamentos criados sob supervisão do novo departamento de design da Coca-Cola, o que provocou maior impacto foram as garrafas que ilustram esta reportagem. Produzidas de alumínio, elas se resfriam mais rapidamente – ou seja, exigem menor gasto de energia em refrigeração. Também vêm acondicionadas em caixa de papelão reciclado, o que reforça o apelo ecologicamente correto. Ao mesmo tempo, resgatam elementos clássicos de design da marca, como o formato da garrafa, as cores e a logomarca em destaque. “A Coca-Cola tem uma marca poderosíssima e com um arsenal de recursos quase infinito. O que a nova equipe está fazendo é resgatar e valorizar essa herança”, diz Ricardo Fort, diretor de marketing da Coca-Cola no Brasil. Por enquanto, as garrafinhas de alumínio, batizadas de contour (“contorno”, em inglês), são vendidas apenas em promoções especiais – no Brasil, por exemplo, foram vendidas em casas noturnas durante a Olimpíada de Pequim, evento que tinha a Coca-Cola entre os patrocinadores. Mas há outras mudanças já em vigor no mercado brasileiro. Por aqui, onde o consumo de garrafas PET é muito grande, foi adotado um novo modelo de garrafa com uma tampa 4 milímetros mais curta que a anterior. “O objetivo é diminuir a quantidade de plástico da embalagem, uma proposta que não apenas significa maior economia para a empresa como também é um sinal de respeito maior ao meio ambiente”, diz Fort. A estimativa é que apenas no Brasil a quantidade de plástico que deixará de ser utilizada com a medida nos próximos três anos será equivalente a 120 milhões de garrafas de 2 litros.

Fonte:  http://portalexame.abril.com.br/revista/exame/edicoes/0937/marketing/todo-poder-ao-design-422165.html

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Investimentos em propaganda na internet movimentaram R$ 700 milhões, ou seja, 3,5% do total investido em publicidade no Brasil.

Método DeROSE - INVESTIMENTOS EM MARKETING DIGITAL

Cresce o número de pessoas conectadas à internet no Brasil, e isso não é novidade, mas esse dado aquece o mercado e abre novas possibilidades. Seja a trabalho, diversão ou curiosidade, o brasileiro aderiu à rede de computadores e cada vez mais faz compras, consulta saldo, bate-papo, escreve sobre seu dia-a-dia e até arruma namorado pela internet.

O mercado publicitário tem percebido isso, os investimentos em propaganda na internet movimentaram R$ 700 milhões, ou seja, 3,5% do total investido em publicidade no Brasil, segundo levantamento da IAB (Interactive Advertising Bureau), em 2008. Há chances desse mercado se fortalecer e chegar perto do panorama que ocorre hoje na Inglaterra, onde o mercado de marketing digital já ultrapassou o montante investido em mídias consolidadas, como a televisão.

A tendência é esse número crescer em 2009, mesmo com os impactos da crise econômica. Especialistas acreditam que quem investe em marketing digital pode atingir o público específico que consome seu produto investindo no canal de comunicação on-line certo. Por exemplo, se o foco é o público jovem, é possível usar recursos como games para criar uma propaganda atraente. Ou se o foco são mulheres, é possível usar artifícios de cores e imagens para mostrar os benefícios de um produto na pele.

Existem formas que são trabalhadas para atrair a atenção do internauta para um produto e num futuro próximo para uma compra on-line. Benefícios como produtos grátis ou enquetes para o internauta manifestar sua opinião costumam chamar a atenção e fidelizar o público. Por isso, fica cada vez mais evidente que ferramentas de marketing digital fazem a diferença.

Fonte:http://blogmkt.wordpress.com/

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A inflação é gerada quando temos um crescimento de demanda que supera a oferta.

Demanda > oferta = inflação

O governo atual, ao detectar os primeiros sinais desse movimento econômico, toma uma providência imediata: aumenta os juros da taxaSELIC. Com isso, o preço do crédito sobe, a demanda cai e a economia se estabiliza.

No entanto, se você tem uma empresa na qual um único cliente compra 40% do que você produz, e cada mês que passa, continua ampliando suas compras, é natural que você aumente seus preços. Afinal, se ele continua dilatando sua conta, você irá acreditar que é o seu preço deve estar baixo. E é assim que o governo age. Seu gasto, que representa 40% do PIB, é o principal gerador de inflação e não pára de crescer. Se ele simplesmente consumisse menos, imediatamente teríamos redução de inflação

Mas vejamos na equação, como ele controla esse mal.

+ juros = - demanda = - inflação

Paulo Guedes, famoso economista citado no artigo ( www.assimfaloudenardi.com/2008/04/poltica-o-peso-real-de-paulo-guedes.html ), compara a atitude de aumentar os juros para conter a inflação a uma cirurgia feita a machadadas. Dá-se uma punhalada bem mais forte do que o necessário e resolve-se o problema aparente, deixando muitas seqüelas. No caso, trava-se o crescimento da economia.

Toda vez que o governo eleva os juros para conter o acesso ao crédito, ele mesmo aumenta a sua própria despesa, pois muitos dos seus empréstimos também são indexados à taxa SELIC. Para cobrir o crescimento de seus gastos, aumenta os impostos dificultando a produção.

Como em uma conta matemática, podemos alterar os fatores para chegar ao mesmo produto. Se a inflação ocorre quando a demanda é maior que a oferta, outra opção seria aumentar a oferta para chegar ao mesmo resultado. Para fazer a conta ao contrário o governo teria que agir de forma inversa. Poderíamos obter crescimento de oferta de quatros maneiras:

1. Começando por reduzir seus gastos, ao invés de aumentar os impostos, teríamos que baixá-los, possibilitando às companhias mais lucros e mais produção.

- gastos governamentais= – impostos= + oferta

2. Ao invés de aumentar os juros, reduziríamos.

- juros = + crédito = + oferta

3. Juros baixos facilitam a compra de maquinário e crédito para as empresas alavancarem suas operações.

- juros = + maquinário = + oferta

4. Outra ação importante seria facilitar a contratação e demissão de funcionários para que as empresas pudessem ampliar seus recursos humanos e conseqüentemente produtividade.

- burocracia= + empregos= + produtividade= + oferta

Ganhando-se em pelo menos quatro vezes a capacidade de gerar oferta, chegaríamos à mesma redução de inflação, sem gerar prejuízo às empresas e aos consumidores.

Então acorda Lula, a conta se faz ao contrário!

Oferta > demanda = - inflação

Um pouco de humor =D

Um pouco de humor =D

Texto por Daniel De Nardi

www.assimfaloudenardi.com
*Daniel De Nardi é membro do Conselho de Administração da Uni-Yoga e Diretor do CJE-FIESP

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 Divulgação

Quando colocamos um plano em prática, sejam de metas pessoais ou profissionais, nem sempre damos a devida atenção a ele. O verbo agir é o único que conseguirá transformar aspirações em realidade. E não adianta uma ação frenética, sem propósito ou direção. É preciso agir de forma certeira, uma ação que conduzirá ao objetivo desejado. É comum esquecermos de fazer e refazer perguntas que nos induziriam a atuar precisamente: como chegaremos lá? Como faremos? Como melhoraremos?

Uma vez estive com um pequeno grupo do CJE/FIESP (Comitê de Jovens Empresários da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), num bate-papo informal com Jorge Paulo Lemann, que no meu ponto de vista é o maior empreendedor do Brasil. Foi um prazer enorme estar frente-a-frente com uma lenda viva do mercado brasileiro, que apesar de somar cifras bilionárias e sempre ser citado na lista dos homens mais ricos do mundo, poucas pessoas o reconhecem na rua. Lemann também é legendário por sempre ter formado equipes imbatíveis que deram origem a líderes em todos os setores da economia brasileira. Durante duas horas, ele pacientemente respondeu nossas perguntas e, a cada resposta, o fundador do Banco Garantia enfatizava o valor da execução para se conquistar o sucesso. Na ocasião, Lemann nos falou das premissas, que disciplinadamente seguiu na construção de seu império. No entanto, duas delas ficaram muito marcadas na minha memória:

- Escolher gente melhor do que si mesmo para o seu staff, treiná-las, desafiá-las e mantê-las é a principal tarefa dos administradores;

- As coisas acontecem na operação e no mercado. É preciso gastar sola de sapato.

Pode parecer “chover no molhado” falar da importância da execução para se alcançar metas. Mas a maior parte das empresas não alcança seus objetivos por falhar justamente nessa etapa tão primordial. Os estrategistas, do alto do seu pedestal de arrogância, criam planos sem levar em conta o pessoal do front, que é quem realmente está vendo o que falta e o que pode ser aprimorado. Esse afastamento do que é planejado para o que é possível, acaba minando a confiança de qualquer equipe, que desmotivada passa a não acreditar mais que as metas empurradas goela a baixo sejam possíveis de serem alcançadas.

Líderes distantes deixam que seu RH contrate pessoas e depois, à base de muita cobrança, o plano irreal será buscado. Você tem alguma dúvida que ele fracassará? E mesmo que ele seja alcançado, o desgaste da equipe será tão grande que ela jamais conseguirá sustentar tais resultados por muito tempo. Somente participando ativamente das ações o líder conseguirá responder precisamente essas questões pela sua equipe. Passará, por tanto, feed-backs precisos realçando o que seus parceiros podem fazem para aumentar os resultados. Apenas um gestor que esteja no front pode avaliar precisamente COMO fazer melhor.

A estratégia eficaz é aquela que é voltada para a execução. Papo furado não funciona, as coisas acontecem no mercado. O orçamento, por exemplo, não deve ser um valor engessado que deseja que os custos abaixem a cada ano. É preciso que ele também esteja alinhado com a execução. Caso contrário, você poderá chegar com uma brilhante ideia para o CEO e ele vai olhar, aprovar e dizer: “Isto certamente traria resultado, mas estamos sem verba para executar.”

Para concluir, conclamando você à ação, deixo outra premissa de Lemann: “Sorte é sempre resultado de suor. Tem de trabalhar muito, mas com alegria.”

Texto por Daniel De Nardi

www.assimfaloudenardi.com
*Daniel De Nardi é membro do Conselho de Administração da Uni-Yoga e Diretor do CJE-FIESP

Entrevista para a revista “Pequenas empresas & Grandes negócios”

Link: http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,EMI82939-17141,00-NAO+NOS+ESQUECAMOS+DO+COMO.html

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Cinco chimpanzés foram postos numa jaula, onde havia uma escada que dava para alcançar um cacho de bananas. Todas as vezes que um dos chimps subia na escada para colher as frutas os cientistas despejavam jatos de água fria nos outros quatro. Em pouco tempo, eles entenderam e passaram a bater em qualquer um que pusesse os pés na escada. Então, os pesquisadores pararam com os jatos de água e começaram a substituir os macacos, um por um. Quando o novato tentava pegar as bananas todos batiam nele. O interessante foi que, ao substituir todos os símios, nenhum deles sabia por que devia bater em quem subisse na escada, pois nenhum desses havia recebido o jato de água fria, mas todos batiam no macaco que o ousasse. Curiosa história! Confira:

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